sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O que poderia ser

Achei: 
Em algum momento em nossas vidas refletimos em como ela está.
Existem pessoas, como eu, que costumam fazer autoanalises antes de dormir - o que acaba consumindo muitos minutos a mais dos muitos que já normalmente levo para dormir.
Pois vejam: não fiz a graduação dos sonhos, mas poderia não ter concluído qualquer formação, ou ter estagnado no ensino médio e elencado dezenas de desculpas (os “mimimis”) para não ir para qualquer caminho por não gostar disso ou daquilo, no entanto, já finalizei até uma especialização.
Agora o profissional: como isso aqui é um post bem pessoal e não fictício, pra quem não sabe sou professora. O que não somente passa léguas de distância das profissões que um dia pensei e quis seguir (aeromoça – no meu tempo falavam aeromoça, não comissária de bordo, veterinária, escritora e chefe de cozinha), como ainda continua sendo uma profissão que, apesar de respeitar, admirar e bater continência a aqueles professores que não desistem e que se destacam por isso (porque o sistema educacional público brasileiro tá tão precário, que merece um post só pra ele...), não é aquilo que imagino fazendo nos próximos cinco, dez, trinta anos. Lá vem o “mas” prolongado, maaas, poderia não ter passado no concurso que transformou em docente. Poderia não ter nada do que hoje tenho, ainda que com simplicidade, não ter viajado pra onde viajei, ainda que não tenha sido pra Europa, poderia estar me encaminhando para os 30 anos, sem emprego algum, sem perspectivas, e dependendo do que meus pais me dessem. Não que ter ajuda dos pais seja condenável, inclusive, antes de obter minha autonomia financeira, todo o suporte veio deles, devo tudo a eles! Mas, pra mim, depender financeiramente de meus pais, nessas condições, seria desconfortável e embaraçoso, no mínimo.  
Finalizo essa minha reflexão desta maneira: assim como sempre buscamos um meio de “estamos melhor”, tudo poderia estar pior, ou muito pior. E analisar essas possibilidades em nossas vidas, talvez nos faça mais realistas, menos rancorosos com o que não temos e, claro, determinados com o que queremos ter, com o que queremos viver.
sábado, 16 de julho de 2016

dos sonhos

Achei: 
O que nos move? O que nos empurra para que conquistemos, senão a felicidade, mas, ao menos, momentos felizes?
Precisamos de motivadores. Não fazemos nada sem uma razão, sem um porquê plausível.
Todos temos sonhos, certo? Temos.
E eles são diversos em tamanho, intensidade e significância. É um sapato daquela loja chique, uma viagem para fora do país, perder 5kg, sua profissão, casar, ter um filho, uma casa na praia...
Com o tempo, e maturidade, vamos ordenando esses sonhos e priorizando o fundamental. Com disciplina e paciência vamos dando um “ok” em nossa lista e nos satisfazendo, criando ou não novos sonhos. Mas eu diria que sonhos fazem parte de um ciclo infinito em nossas vidas. Precisamos nos satisfazer e ter momentos, vários se possível, felizes. O trabalho e o desgaste do dia-a-dia são pra quê afinal?! Para pagar contas somente? Ninguém é feliz pagando as contas, e sim pelo o que essas contas trouxeram: o objeto, a coisa, o momento. Parcelado ou não em 10 vezes sem juros no cartão.
Nos tornamos uma versão melhor de nós mesmos quando fazemos algo, evoluímos e progredimos para conquistar tudo aquilo que nos é importante.