sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Fazer amor, divisão celular, sangue e foda

Achei: 
Nós mulheres, no geral, ou a grande maioria, temos o costume de fazer coisas além de nossos limites para satisfazer nossos companheiros. Nos desdobramos, realizamos uma mitose para realizar mil tarefas em no fim do dia, ainda estarmos lindas para fazer amor. Fazer amor... Quem acredita no “fazer amor” somos nós, mulheres. Homens fodem, trepam, comem...

Adianta toda essa batalha diária para a manutenção da magia do relacionamento, para ser a “dama” na sociedade e, longe dos olhos dela, ser aquela que tenta rebolar, cavalgar e gemer gostoso às vezes sem vontade, às vezes cansadas demais ou naquele dia em particular que você não se sente sexy...se existem as gostosas de academia, que mostram as curvas e decote com seios fartos e que rebolam, cavalgam, gemem melhor e que fazem coisas que nem todas querem fazer?

É muito fácil os homens serem enganados, sim. Se deslumbram pela paisagem, como a tela de uma pintura que é bela, que diz alguma coisa, porém é plana, sem profundidade. Mas o que importa é o êxtase que a pintura vai provocar. 

Homens naturalmente são assim. E é muito simples de serem levados pelo que lhes é mais primitivo: carne vermelha, sangrando. O prazer de uma foda nova. Eles não desejam aquilo que já possuem.

A competição com o que é novo é sempre injusta e as mulheres sempre são as vencedoras.

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