segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

"Eu sou o Máximo!"

Achei: 

Sabe aquele tipo de pessoa metida a portadora da verdade, da integridade e dos bons costumes? Fique de olho.
Tenho nojo de pessoas que inflam os pulmões e enchem a boca pra dizer “Ah, viado é isso... viado é aquilo.” “Gay não é coisa de Deus...” ouço isso de pessoas que têm filmes pornôs na gaveta e que trocam mensagens obscenas com mulheres que não a sua. Bom, fique sabendo: pornô e adultério também não são coisas de Deus. Heterossexuais quebram lâmpadas no rosto de gays, mulheres são estupradas porque usavam roupas provocativas e o monstro é o viado que pinta o cabelo, requebra o quadril e fala fino?

O ser humano é muito hipócrita.


Qual o problema do viado? Ele comer sua bunda? Bem, vou dar uma dica: não dê ela pra ele.
domingo, 25 de janeiro de 2015

A regra é clara

Achei: 
Quem somos nós para fazer julgamentos?
Podemos afirmar em algum momento que nunca erramos, que somos os mais corretos nas decisões ou que nosso, e somente nosso, equivoco é justificado?
O que nos diferencia?
O que nos torna superiores?
Ahhh... tu vistes 'Fulana'? Já trocou de namorado, tá com o cara que tem um carrão, e banca ela em tudo... Só interesse!”
E 'Beltrano' gasta todo o dinheiro em farra, vive bebendo, maior galinha. Não quer saber de nada sério com nínguém!”
"Lá vai a "Sicraninha"  que nem terminou de pagar o carro e já vai trocar de modelo outra vez."
Olha mamãe sempre me disse “Minha filha, tem que ser interesseira sim!”. Eu concordo. Fui bem criada, não no luxo, mas sempre com as melhores coisas, melhores oportunidades e se eu quisesse me enroscar com um milionário velho e feioso só por tudo o que ele poderia me proporcionar, isso seria comigo e mais ninguém. Eu levei em consideração que teria que ser interesseira sim. Por isso sempre tive em mente que queria o melhor pra mim: bom caráter, inteligência, bom humor, bons valores, companheirismo... E qualquer que fosse minha escolha, seria minha e ninguém teria nada a ver com isso. Mas as pessoas querem ter.
Não querem aceitar que cada um é feliz, se satisfaz ou faz o que quer, como quiser, com quem quiser, da maneira que bem entender. Não é por considerarmos “certo” que alguma coisa, ou alguém, é melhor pra uma pessoa que de fato o seja.


Não sei exatamente quando, mas lembro que tive meu tempo de “condenar”. De reprovar as atitudes ou escolhas de gente, inclusive, que nem conhecia. Fico feliz que essa fase tenha passado. Claro que hoje ainda me desagrada ver, ou constatar determinadas coisas, mas meu entendimento hoje é que “não é da minha conta”, exceto quando for da minha conta. E que, apesar de não concordar ou desgostar dos atos e escolhas de uma pessoa, eu entendo que cada um faz o que considera melhor pra si. E que sigo a seguinte regra de um certo tempo pra cá: Se eu que pago as minhas contas, compro as minhas roupas e pago por cada prato de arroz e feijão que como, tenho nariz suficiente pra decidir todo o resto da minha vida.
domingo, 18 de janeiro de 2015

Desconexo

Achei: 

Me acostumar com o vazio é perigoso.
Se tiver tempo para pensar: decido. Decida. Descida...
Lembra do que já foi esquecido? Como lembrar do que nunca existiu?
E a memória de flashes negros. Atormenta. E há tormenta.

Teus lábios são de uma poesia tranquila. Teu amor sereno. Os dias são longos e as semanas intermináveis. Vem tempestade.

Não esqueça o guarda-chuva.



sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Somos todas masoquistas

Achei: 
Uma vez me disseram "Sofrer para bela ser." 

Talvez alguns façam ideia, mas só nós mulheres sabemos ao certo o quanto sofremos, dor física mesmo, para ficar bonitas. Ou no caso das que já são (como eu), para realçar a naturalidade dessa beleza. 
Bem, nós sofremos muito e gostamos porque pensamos no resultado, só finalidade nos importa. É uma causa maior!
Quem mais passaría por uma sessão de tortura, onde espalham cera quente em nosso corpo e com um puxão arrancam os pelos pela raiz, só pra ficar com a pele lisinha?
Qual homem passaria mais de 3 horas numa cadeira de um salão de beleza para que alguém passasse creme, hidratasse, lavasse, puxasse, cortasse, secasse, repuxasse e enrolasse seu cabelo e isso tudo ouvindo muita fofoca e cheirando muita fumaça de secador? 
Quem mais teria os pelos das sobrancelhas arrancados para ter aquele olhar fatal? 
E para ter unhas lindas?! 
Sofremos pra escolher a roupa certa pro almoço de domingo, ou as peças ideais para a noite perfeita.
Ou por cansar olhando lojas, provando roupas e combinações diferentes, experimentando sapatos escolhendo os brincos perfeitos, a maquiagem de acordo para aquela data importante.
Obviamente gostamos do resultado, porque se não fosse a satisfação pessoal de se sentir linda e de arrancar olhares ao passar, não suportaríamos isso por alguém que não reconhecesse ou, pior ainda, nem percebesse.