sexta-feira, 18 de julho de 2014

Escolhas

Achei: 
Nem sempre acertamos nas escolhas, mas, temos que conviver com os resultados que elas trouxerem. Por isso, é mais que necessário que sejamos os únicos responsáveis por fazê-las, ainda que nos arrependamos delas. Nada de se deixar levar pelo o que os outros acreditam que é melhor para nós. Claro que é sábio e um gesto de humildade ouvir conselhos ou uma segunda opinião de alguém com mais experiência, mas, a decisão tem que ser sua.
Tive uma criação que me superprotegeu. Pais que me deram todo o conforto, possibilidades e, também, o impedimento de tomar decisões e ser sempre obediente.
Não cresci mimada. A criação de "faça sempre o que eu mando" me fez, por anos, uma garota retraída, sem vontade de lutar pelo que parecia já ser perdido.
Anos passaram, ainda bem...
Observei, amadureci.
Hoje, com 25 anos, trabalhando e pagando por cada peça de roupa que visto, tenho tranquilidade para arriscar, com medo de errar, é claro, mas com uma confiança que vem se apoderando de minha alma. Dando-lhe liberdade para fazer escolhas, com a consciência tranquila de que, acertando ou errando, a escolha foi minha.

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