quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Eu te amo?

Achei: 
O que ela está me dizendo? Como podia me amar em dois meses...? Tenho que responder? Ahm... também te amo.
...

E agora?! Não é bem o que quero. Tenho sonhos importantes, mais importantes. Ela já não é mais... e talvez nunca tenha sido. Que empolgação maluca!
...

Ela vai ficar bem. Eu acho... Vai sim! Nem foi tanto tempo assim.

×××

Em algum lugar uma mulher se fazia perguntas que não seriam respondidas. Em algum lugar uma mulher chorava. Em algum lugar uma mulher rasgava fotos, partia aliança, destruía provas do que nunca existiu. Nesse mesmo lugar essa mesma mulher recolhia os pedaços do único coração.

Pedra, papel e... lenço?

Achei: 
Eu tremia. Tremia como alguém que carregava no corpo uma febre de 100°. Uma amiga sem rosto (sabem como sonhos são...) tocou meus ombros e disse que tudo estava bem, que não havia com o que me preocupar. Observava meus olhos através do véu e não tinha tanta certeza...
Me encaminhava para o altar escondendo as flores em minhas mãos. era a incerteza vinda da mágoa. Escondi. Fui parar num lugar escuro e, não se sabe como, me queimei com uma chapa de ferro que deixou uma marca tão profunda que podia ver os ossos e ligamentos do dedo ferido. Seria um sinal?
Não fugi. Não lembro do que aconteceu depois. Mas a palavra "bela" fora usada duas vezes. Uma pelo passado e uma, quem sabe, pelo futuro.