sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Se e somente se

Achei: 


Se um dia eu casar, vou casar com um cara que já tenha um dos meus sobrenomes como sobrenome. Assim, evita eu dizer pra ele que não quero ter o nome dele no meio do meu já que homem nenhum aceita o da mulher no meio do dele. Também se um dia eu casar terei um banheiro só pra mim, com chave e tudo. Convenhamos que, com o tempo, ver a pessoa usando a privada deve acabar com todo o tesão do relacionamento. Usemos juntos somente o chuveiro e a banheira... Só acho.
Se um dia eu disser “Sim”, vai ser para um homem muito inteligente e esperto. Pois, espero que ele pelo menos use essas qualidades pra esconder as traições. O que os olhos não veem...
Não me vejo proibindo meu marido de jogar bola, beber com os amigos ou de ir ao estádio ver um jogo de futebol. Também não aceitaria proibições.
Se um dia eu juntasse as escovas já deixaria claro que “Você que lava suas cuecas.”
Também diria coisas do tipo “Ou você mata essa barata ou chamo outro que mate.”
Eu teria um pau de macarrão para momentos extremos de fúria.
Ele teria que gostar de cachorros, não precisaria saber dançar e que de preferência que não gostasse de tecno melody ou funk pancadão. Que não fosse fresco do tipo que não deixa pegar no cabelo. Que ria de Chaves e que, mesmo não gostando daqueles filmes de “mulherzinha” ele teria que assistir, sempre que solicitado, comigo.
Teria que entender que “Não. Eu não vou ler todos esses livros, mas eu quero tê-los...”  também que “Não. Não tenho tudo isso de pés, mas são sapatos e não vou discutir isso com você.”
Que quando ele for olhar pra uma mulher bonita na rua que use óculos escuros e não quebre seu pescoço porque “Sim. É claro que eu vi você estava olhando.”
Que Fernanda e Guilherme são os nomes que eu escolheria para nossos filhos.
E sim, ele teria benefícios... Se e somente se, como na matemática, isso fizesse parte da minha lista de sonhos.

Trágico mundo o daqueles que vivem com uma farpa no coração...

Pausa dramática para uma tossida dissimulada “Cof, cof!!”

Isso não veio de repente. E também não porque eu esteja pensado em matrimônio. Foi porque em duas noites seguidas eu tive sonhos com os temas “Casamento” e “Filhos”. Traduzindo: no primeiro sonhei que estava casando e no segundo que eu estava grávida. É, eu sei, isso não significa muita coisa: primeiro porque eu sonho muito e segundo porque hoje mesmo eu sonhei que estava na Casa Branca e o presidente Barack Obama morria.

2 comentários:

Rodrigo disse...

É uma propaganda? Se for, tá bem feita :P

Linda Queiroz disse...

Não, este blog não faz propagandas. Rsrsrsrs!
A não ser que dê uns trocados... =D