quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Eu te amo?

Achei: 
O que ela está me dizendo? Como podia me amar em dois meses...? Tenho que responder? Ahm... também te amo.
...

E agora?! Não é bem o que quero. Tenho sonhos importantes, mais importantes. Ela já não é mais... e talvez nunca tenha sido. Que empolgação maluca!
...

Ela vai ficar bem. Eu acho... Vai sim! Nem foi tanto tempo assim.

×××

Em algum lugar uma mulher se fazia perguntas que não seriam respondidas. Em algum lugar uma mulher chorava. Em algum lugar uma mulher rasgava fotos, partia aliança, destruía provas do que nunca existiu. Nesse mesmo lugar essa mesma mulher recolhia os pedaços do único coração.

Pedra, papel e... lenço?

Achei: 
Eu tremia. Tremia como alguém que carregava no corpo uma febre de 100°. Uma amiga sem rosto (sabem como sonhos são...) tocou meus ombros e disse que tudo estava bem, que não havia com o que me preocupar. Observava meus olhos através do véu e não tinha tanta certeza...
Me encaminhava para o altar escondendo as flores em minhas mãos. era a incerteza vinda da mágoa. Escondi. Fui parar num lugar escuro e, não se sabe como, me queimei com uma chapa de ferro que deixou uma marca tão profunda que podia ver os ossos e ligamentos do dedo ferido. Seria um sinal?
Não fugi. Não lembro do que aconteceu depois. Mas a palavra "bela" fora usada duas vezes. Uma pelo passado e uma, quem sabe, pelo futuro.
terça-feira, 19 de novembro de 2013

Troca de cartas

Achei: 
De: uma amiga
Para: a outra

Querida amiga, escrevo para lhe atualizar sobre o que me aconteceu nesses últimos meses...
Começando com notícias boas, recebi duas propostas de emprego, ambos na área que tanto desejo. Uma é aqui mesmo, a outra é para outra cidade. Cidade fria. É provável que a aceite, novos ares me farão bem...
O que me leva a dizer que ando pensando em voltar a morar com meus pais. Isso porque quase morri engasgada com uma azeitona. Foi terrível! Ao mesmo tempo pensei em como deve ser triste morrer sozinha...
Isso talvez a leve a perguntar “Mas você não ia casar?!”, pois é, eu ia. Do verbo “Ele me deixou porque tinha planos e, pasme, eu não fazia parte deles.” É...

Anteontem passei pela frente de uma dessas lojinhas de artigos eróticos e resolvi entrar. Saí de lá com um vibrador. O que uma coisa tem a ver com a outra? Não sei. Só decidi ter mais orgasmos.

Vamos?

Achei: 
Depois de botar todas lembranças num saco preto e dar um nó bem firme, fui até a varanda e sentei-me no chão frio. Começou a chover. Olhava para as gotas, procurando Deus, e perguntando como alguém que faz tudo certo, que dispõe o amor para a felicidade de outrem, pode ser punido com a solidão? Quem inverteu as coisas? Porque trocaram os valores e desvalorizam cada vez mais quem olha em teus olhos, segura sua mão e diz “Vem comigo? Vamos ser felizes?”


Parou de chover. Mas o sol não apareceu.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Deus e vinho

Achei: 
A fome era grande. “Cidade quente!” Estava de volta e havia esquecido de como essa cidade castigava com o calor. Passava da hora do almoço e, depois de pegar a mala, comer era prioridade.
Precisava de qualquer coisa e passando por aqueles conglomerados de restaurantes e lanchonetes, resolvi comer um sanduíche. Aguardava na fila e observava as poucas pessoas que almoçavam àquela hora. Meus olhos se detiveram em uma mulher. Eu a conhecia! Fora ela que... sim. Era ela. Enquanto esperava pelo meu pedido, percebi que, além de sozinha, comia sem vontade. Garfadas lentas. Pensativas.
Peguei meu sanduíche e fui até lá.
Não acredito... ele?!”
Me aproximei e falei com ela, e me reconheceu de imediato. Perguntei se esperava alguém (Namorado ou marido. Marido não, não vi aliança...) e, com sua negativa, sentei-me.
Quando a fitei, até sorria com sinceridade. Mas seus olhos não combinavam: tinham mágoa, tristeza, raiva e uma malícia perigosa...
Conversamos bastante. Ela, visivelmente mais madura, contou-me que fora apaixonada por mim. “Paixonite quase adolescente”, disse. Falou que nunca me contara porque temia um “Não”. “Imagina...” Eu dar um fora numa mulher daquela.
Ela riu, pareceu até se animar. Resolvi perguntar se estava triste, pois parecia estar. Me olhou como se não esperasse aquela pergunta. “Como descobriu?!”. Disse que preferia não falar do passado.
Ficamos em silêncio. Olhava seu pensar. Parecia reunir coragem. “Gostaria de sair comigo? Jantar, quem sabe...”
O espanto foi meu. “Claro.”
Então ela disse “Os dois homens que mais amei nesta vida, foram também aqueles que mais me magoaram e decepcionaram.
Minha cara era de quem não havia compreendido. E continuou “Eu  não espero que você abra a porta do carro pra mim, nem que puxe a cadeira do restaurante ou que diga o quanto estou bonita. Não acredito mais nisso, romantismo.
Mas acredito que homem e mulher podem sair pra jantar, comer, conversar, rir, gostar do cheiro, sentir tesão e o que vier depois, culpemos o vinho.”

Realmente... como ela havia mudado.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sábana

Achei: 
Foi uma noite perturbadora. Agoniado pelo suor, sentia a raiva pulsar em cada veia.
Recordei das imagens...
Ela o abraçava. Ela ao seu lado. Ela segurando suas mãos. Ela, na imagem mais bonita que já vi sua, encostava sua cabeça na dele, oferecia um perfeito sorriso e a confirmação de uma noite agradável.
Fiz força para apagar, para desviar tais lembranças. “Águas passadas, não há mágoa. Tudo resolvido.” disse ela para mim. Mas porque ela exibe seu passado? Ela desconversou. “Não há motivos...”.
Me fez sentir infantil. O pior os homens. O mais autoritário.
Não se pode apagar o passado.” disse com certa doçura.
Sim. Mas pode encobri-lo.

Larissa

Achei: 
Poderia dizer que, às vezes, é tresloucada.
Larissa é assim.
Menina Larissa tem personalidade forte. Ela briga, ela grita, ela até bate. Mas ela protege, ela cuida, ela ama.
E agora?! Larissa foi embora! Juntou suas coisinhas e foi atrás de sua liberdade, de seu sonho. Deixou para trás pessoas que a amam, deixou amores...
Larissa, a mulher, é forte. Atua por uma vida com sonhos e canta para a vida. Tem pele branquinha e macia, como o lóbulo da orelha.
E só ela cata piolinhos que nunca existiram.
Larissa, conte o porquê de não ser Larissa. Conte sua historia. Cante-a. Encante-nos.

O título é um equívoco. Correto seria: Uma Larissa com nome de Camila.




À minha irmã, com carinho...
quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Os sonhos

Achei: 
Sonhei com dois passados: um assustou, encheu de raiva o discernimento. São um do outro desde a infância...
O outro mostrou o que ficou para a trás com um passo que foi dado rumo à mudança.

Nada vai mudar

Achei: 
Mentiras começam quando você não é, desde o início, aquilo que realmente é.
As pessoas se enganam. Deixam os sentimentos impulsivos as controlarem e, mesmo sabendo da trapaça, seguem em frente...

"Porém, nada vai mudar..."
terça-feira, 8 de outubro de 2013

João e Maria

Achei: 
João é um cara, trinta e poucos anos. Não é galã. É bem resolvido e tem futuro.
João gosta de Maria.
Maria tem vinte e poucos. Moça jeitosa, que trabalha e tem projeções.
Maria nem sabe de João.
Maria vê João, de longe. Maria vê João só como um cara normal.
Mas João quer Maria.
João intensifica as investidas, é romântico, pega na mão, no cabelo e beija Maria.
João e Maria se beijam mais.
João e Maria se gostam.
Maria gosta de João.
Pobre Maria...
João foi ver televisão.
João foi..
João não volta mais.

E Maria volta a ser Maria.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O improvável não é impossível

Achei: 
Anos passam. Já não é adolescente, é mulher. Carrega histórias. Historias que, às vezes, prefere não contar.
Mudanças. Muitas mudanças.
...
Confortavelmente acomodada no sofá, com pernas recolhidas, observa a chuva que cai. Chuva e solidão fazem pensar.
Recorda de como foi difícil entregar-se. De admitir, cheia de rubor, sentimentos. De acompanhar a construção de planos e de ver, um por um, se desfazerem com o ácido da saliva das palavras.
A ostra. Só ostra. Nada de pérolas, mesmo com a infelicidade.
Anos fechada. Rodeada e protegida pelos próprios medos. Jurando para seu Deus que “Não. Nunca mais.” .
...

O tempo passa mais um pouco e, aquilo que nunca foi impossível, se torna cada vez mais provável.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sinos

Achei: 


Fora um dia tão comum que duvidei que pudesse ser puxada para baixo tão rapidamente.
Deitada, esperando o mundo dos sonhos chegar e parcialmente coberta, contemplei a escuridão do quarto.
O passado veio me visitar. E caminhou, ali mesmo, pelos meus olhos. Uma palpitação estranha no peito sinalizou o quanto de angústia havia ali. Havia mais lá dentro. Vi um rosto e senti cólera. Senti cheiro de ar de nuvens e quis apagar tudo aquilo. Mas o presente seria anulado. “E o presente está bom.” pensei.
Esquecer o passado ajudaria a viver melhor no futuro. Sem receios de felicidade duvidosa, palavras mentirosas. Mentiras galanteadoras...
Pisquei. Uma lágrima estava caindo... e, já em posição fetal, permiti que muitas mais caíssem.
Lembro de ter suplicado baixinho, um sussurro ao ouvido de Deus. De ter pedido serenidade. “Aguente firme.” eu ouvi. Foi Ele? Já estava dormindo?
...
Estava claro. Um soar de sino e uma palavra com três sílabas me fez acreditar que aqueles olhos castanhos, que se observavam no espelho, poderiam ter aquele vazio preenchido.

Definições

Achei: 

Parecia um desafio. Quatro olhos se observando. E ninguém queria ser o primeiro a dizer.
Mas os olhos pediam.
A mão dele passeava pelos cabelos dela. A mão dela procurava o calor da pele dele.
Era um dia frio. Incomum.
Os lábios, vez ou outra, se permitiam sentir o sabor do outro. As línguas brincavam.
Olhos nos olhos e nenhuma palavra.
Ela queria ouvir a promessa da certeza. Ele, ter certeza sobre ela. Poderia ele confiar em seu sorriso. Em olhos que pareciam perdidos? O que aconteceu?!
Ela aguardava. Deixara pistas e permitiu que borboletas se instalassem dentro dela. Poderiam até morrer lá, sufocadas ou com medo do desconhecido. Mas deixou um caminho, uma passagem... lhes deu liberdade.
Ele beijou sua testa, optou pela certeza do incerto e foi embora, deixando-a com o cheiro da sua pele e indefinições.
quarta-feira, 31 de julho de 2013

Gravitando

Achei: 
É bom. É muito bom sentir outra vez.
Não é bom quando você consegue respirar e sentir um perfume de pele? De passar a mão por cabelos úmidos e observar olhos sonolentos? Que se fecham rápido...
Sensação boa é essa de observar sorrisos espontâneos. E compartilhar uma gargalhada. Ou duas. Três...
É cedo pra dizer?
Não tenho respostas.
Tenho dúvidas, receios e somente uma moeda para apostar nesta temporada.
Tenho vontade de dizer...
Se pode requerer direitos de algo que não é “seu”?
Com isso, não é permitido dizer coisas bobas, admitir saudade ou enviar afeto por envelope.
Coisa curiosa... Gravito por uma zona conhecida, que olha de esguelha e amedrontada.
Tenho a impressão de ver coisas do passado se repetindo, mas, acreditando que tudo será diferente.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Rainha de gelo

Achei: 


O travesseiro escuta e está um pouco molhado.
Quando tudo parece estar bem, no lugar e em harmonia, os olhos dizem outra coisa. Eles mentem. Mentem todos os dias.
E só medo? Não. É mais que isso.
Muita coisa aconteceu, muita coisa mudou... E é difícil caminhar novamente com firmeza num solo que se tornou perigoso, como areia movediça.
É só medo? É egoísmo?
Nem sei mais.
Há muito tempo paira a confusão, a incerteza e o receio de um antigo conhecido meu.
O pior é conviver com o medo de estar cultivado minha solidão.

“Eu sei que dói. E seu coração se partiu. E você só pode aceitar tudo. Siga em frente, siga em frente.” Walk on – U2

Costume

Achei: 


Não se acostume em dizer “Estou com saudade.”. Em ouvir um “Eu também...”
Melhor não repetir com frequência “Gosto de você.” “Gosto do seu sorriso.” “Gosto de sentir você, assim, perto de mim.”
A tendência, sabe-se lá porque, é que sue objeto de afeto perca o interesse, o gosto da conquista, o prazer em te arrancar um sorriso.
Não espere. Não espere pelas melhores coisas, atitudes e realizações.
Conte com aquilo que sai de você, e que no fim é a única certeza que pode carregar.

Continho antigo

Achei: 


Sentado em sua cama ele pensa “Será que é por mim que ela está apaixonada?”. Reflete alguns segundos “Não. Claro que não. Senão ela já teria me contado. Somos amigos!”.

Do outro lado da cidade, deitada em sua cama e pensando na possibilidade de abrir o coração e contar pra ele o que estava sentindo e como o queria e deixou algumas lágrimas escaparem, ela desabafou para um quarto vazio “Não posso dizer pra ele! Somos amigos...”.
quarta-feira, 12 de junho de 2013

Compreensão

Achei: 
Acho que o suicídio é um ato extremo de fraqueza. Creio sim, que existem maneiras de se superar dores e traumas, por mais violentos que sejam. Sempre há saída. Claro que nem sempre a saída que se quer, ou é simples e fácil. Mas há.
No entanto, recentemente, consegui compreender de onde surge a vontade de não viver mais.
É irracional, angustiante. Você deita no piso morno de madeira e tenta entender o porquê te machucaram, o porquê de tanta vontade de magoar.
Quase ninguém pensa no que diz. Pensar, aqui, no sentido de refletir o que vai dizer e se isso vai, e o quanto vai, agredir alguém.
E palavras ferem tanto...
Ferem, principalmente, quando saem da boca de quem você mais ama, e que acaba de demonstrar, através de um grande gesto, esse amor.
Não. Suicídio não é a solução. Mas compreendo.
segunda-feira, 10 de junho de 2013

Hoje e amanhã

Achei: 
É um medo estúpido e ao mesmo tempo uma vontade louca de ser feliz...
segunda-feira, 3 de junho de 2013

Infinito

Achei: 

"O cheiro da tua pele está grudado em mim agora..."
E agora?
Já posso chorar com medo?
Já o fiz.
Cheiro que contamina, quase um veneno. Impregnando.
Já corre em minhas veias e eu busco uma cura.
E ele tem cor de vida...
E nada é para sempre.
E, às vezes, esquecemos que aquilo que começa sempre acaba.
quinta-feira, 16 de maio de 2013

Ignição

Achei: 
Às vezes, esquecemos daquilo que é realmente importante em nossas vidas. Aquilo que nos move, que nos dá forças para levantar todas as manhãs, dispostos, e prontos pra enfrentar as dificuldades e durezas que certamente vão aparecer.
É tão bom ter de volta o foco, a inspiração, a vontade, o tesão, a paixão...
O que é que pode nos dar mais motivação do que um sonho?
Só precisava de uma faísca para a explosão. Era o que estava faltando. Não está mais.

Uma amiga, certa vez, me disse “Aponta pra fé e rema”.

Eu continuo remando.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Uma nunca Sra. Rodrigues

Achei: 

(Agosto)
Passei a semana pensando no fora que dera: seguir ele até o estacionamento?! É claro que ele ia me ver!
Voltei para meu posto e, fingindo trabalhar, fiquei relembrando o momento em que ele entrou por aquela porta, com ar cansado, barba por fazer, usando uma estranha combinação de roupas... absolutamente lindo.
Tentei compreender aquela nova coisa que estava sentindo, se formando e crescendo dentro de mim. Quase espontaneamente. Acredito que naquele momento eu passei a acreditar que o ''amor à primeira vista'' existia. Que não era invenção de filmes hollywoodianos. E aceitei que, naquele momento, eu havia me apaixonado. Que coisa mais boba e destrutiva!

(Dezembro daquele mesmo ano)
Passei meses tentando decifrar seu sumiço. Passei esses mesmos meses formulando uma maneira de lhe contar o que sentia. Não cheguei a um plano. Não cheguei nem perto... Mas eu pensava nele. Todos os dias pensava nele. E no momento no qual entraria novamente por aquela porta e eu largaria tudo o que estivesse fazendo, me jogaria em seus braços e lhe beijaria lentamente enquanto acariciava seus cabelos. Era um plano que também jamais poria em prática, mas não custava nada pensar...

(Dia 22 daquele mesmo mês)  
Quase meia-noite, em pé, controlando a entrada dos passageiros e vistoriando bagagens, eu trabalhava absorta nos rolos da esteira, levantei os olhos e "tum, tum...tum, tum..."
Senti o rosto enrubescer loucamente. Era ele...
Nós, por cinco lentos segundos, nos olhamos. Eu senti a reciprocidade, a intensidade daquele olhar. Ele estava tão cansado e tão mais barbudo desde a última vez que o vira. 
E eu, ainda tão apaixonada quanto antes.

(Dia seguinte ao dia 22 daquele mesmo mês)
Subitamente tomada por uma violenta coragem eu decidi "Vou falar com ele!"
Era contar com a sorte de nossos caminhos se cruzarem, e a sorte das minhas pernas não me traírem e me levarem para direção oposta a dele.
O destino queria mesmo testar minha ousadia e naquele mesmo dia o colocou no mesmo metro quadrado que eu. Agora com rosto liso e aparência mais saudável ele se dirigiu para sua sala, depois de me dar "Bom dia". Naquele momento eu ouvia duas coisas: meu coração querendo sair pelos ouvidos e o pensamento acelerado que me dava ordens opostas "Vai!" "Não vai!". Eu fui.
Andei depressa, passei por sua sala e fui antes ao banheiro "Cabelo: ok. Uniforme: ok" "Porque meu rosto ta vermelho, meu Deus?!". Respirei profundamente, oxigenando todas as células do corpo, para acalmar. Como se tivesse adiantado...
Toc, toc, toc, toc... eram meus sapatos fazendo um estrondo no piso. 
"Deus do céu!", pensei antes de parar em frente à sua porta, dei duas batidinhas e abri...