sábado, 20 de outubro de 2012

Me sube el color rojo

Achei: 
Já fiz, já pensei e já senti coisas das quais não me orgulho. Que se pudesse apagaria de meu passado. Mesmo que não as tenha repetido, me faria um enorme bem se elas nunca tivessem acontecido.
É assim.

Mas senti algo que jamais, jamais mesmo, tinha sentido: inveja.

Tenho uma explicação. Talvez não justifique, mas é o que me consola.

Eu não sou má. Nunca desejei o fracasso ou a infelicidade à alguém. E o que senti não foi inveja ao ponto de querer sua ruína. Não! Mas senti.
A explicação vem da minha temporária infelicidade. Do meu inconformismo e com a vontade de mudar tudo. De encontrar as chaves que me trancaram na prisão imaginária mais dolorosa na qual já vivi.
Que alma miserável a minha hoje...



“Perdoe-me, fico feliz por você. Meu pobre coração está sim, feliz...”
terça-feira, 9 de outubro de 2012

Game over

Achei: 
Eu aceito. Aceito o silêncio, aceito a derrota.
É assim, a tal da vida.
Eu tentei, tentei mais do que as convenções permitem. Fui além do que eu mesma podia fazer.
E foi bom saber que ainda posso e sei ir atrás daquilo que desejo. 
Que não sou desistente, nem fraca, nem a bobinha de antes.
Foco! Eu tenho...
Conhecem o ditado de que quando um não quer, dois não brigam?
Pois é, game over pra mim.
Mas jogos sempre existirão e, agora, tenho o controle nas mãos.