segunda-feira, 18 de abril de 2011

Os que os homens tem em comum

Achei: 

Bem, Joaquim Phoenix e Dermot Mulroney tem uma deliciosa cicatriz sobre os lábios. Donald Trump e Eike Batista, bilhões na conta bancária.
Tem aqueles que, na academia, malham incessantemente os bíceps e tríceps, e costas, mas, esquecem, não sei porque, das pernas, dos glúteos... ué! Também apreciamos isso.
E o que dizer da tradicional, e famosa frase, dita geralmente em inícios de relacionamentos... “Eu nunca vou te magoar, jamais faria isso com você.” Faz-me rir.
É claro! É óbvio e apenas questão de tempo. Ele vai te magoar.


Prefiro que não façam promessas que não vão cumprir.
Outra coisa... já repararam como são descarados? Mesmo estando com sua companheira ao lado eles não deixam de olhar quando uma mulher bonita passa... o pior não é nem isso, é quando não sabem ser discretos, faltando pouco pra quebrar o pescoço. Cansei de presenciar o fato.
E o que falar dos encontros? Dos primeiros encontros onde observamos as primeiras impressões e avaliamos o parceiro.


As mais comuns são duas.
A primeira é quando o cara simplesmente  não reconhece o valor de nossa produção. De que forma? Não fazendo nenhum elogio, não falando sobre como estamos bonitas, lindas e cheirosas (isso, claro, para aquelas mulheres que, como eu, se cuidam e se produzem para um encontro). Que não saem do carro para nos receber e dar aquele abraço caloroso. Esses são panacas e é muito provável que aquele seja o primeiro e último encontro.
Mulheres gostam de serem bem tratadas e os próprios homens ganham muito ao fazer isso.


A segunda situação é quando o cara é um gentleman, sai do carro para lhe receber com um abraço e um beijo romântico, lhe elogia dos pés a escova no cabelo,  e como está linda. Abre a porta do carro. Puxa a cadeira no restaurante, lhe serve vinho. Até aí tudo perfeito. Não tem como não gamar. O problema que geralmente surge é que se esse encontro der certo, outros virão, aí a coisa progride e fica séria e com o passar do tempo ele já não te elogia como antes, logo não abre a porta do carro pois já está lá dentro te esperando, já não puxa nem a cadeira da lanchonete que vocês vão. O problema todo é que se no começo temos essas gentilezas todas, que eles fazem questão de evidenciar, necessitamos então que elas continuem até o fim, mas esquecemos que o que todos os homens tem em comum é que todos, simplesmente, são homens.
quinta-feira, 14 de abril de 2011

Um dia namorados

Achei: 

Dia desses encontrei com um antigo namorado meu (de quando eu tinha 17...) de cinco anos atrás. Passei por ele, e perante o sorriso que ele me deu, retribui. Mas não por simpatia ou por boas lembranças. Acho que foi mais pela hilariedade do ‘reencontro’, não foi um namoro dos mais longos. Tinha dezessete anos e era exigente demais com certas coisas. Mas eu achava engraçado como ele era comigo.

Hoje consigo dizer isso. Há tempos eu não diria, mas o tempo permite que um dia eu ache graça de muitas lágrimas que já derramei.
Não foram poucas, mas me sinto bem com tudo isso... arrependimentos e decepções houveram, é claro. Mas nada que não me tornasse mais forte e madura.

Tudo foi necessário.

O primeiro ‘sim’. Os primeiros beijos. Os beijos ruins sem emoção nem frio na espinha.
As primeiras insatisfações.
O primeiro término, sem retorno.
O primeiro amor.
O primeiro ‘é que você e tão insensível...’. o triste primeiro fim. A reconciliação. O coração reconfortado. A relação aberta e tranquila.
O adeus.
As recaídas.
Os outros ‘sins’ precipitados.
As outras insatisfações.
O primeiro a contra gosto.
A oportunidade.
Meses de enamoramento.
Meses de agústia.
Laços, enfim, desfeitos.
As aulas.
O amor idealizado.
O amor não correspondido.
As aulas.
A didática dos relacionamentos.
A luz da liberdade.
As oportunidades aproveitadas.
As taças de vinho degustadas. Foram muitas taças...
Os muitos beijos. Os diferentes beijos.
O deslize suave pelo corpo.
Minha vida.
Ao que me faz feliz...
Adoro relacionamentos, nas suas diversas patentes.

Não tem jeito!