terça-feira, 22 de março de 2011

Até o último suspiro

Achei: 
Alguns chamam de ingenuidade, tolice... eu chamo de fé, de esperança...
Acredito nas possibilidades mais remotas e longínquas que possam existir. Mas existem, e é por isso que acredito nelas.

E é por isso também que vivo numa balança que varia entre sorrisos e lágrimas, pois até o último momento eu deposito minhas fichas nas oportunidades, eu espero por coisas que, nos olhos alheios, estão perdidas... eu espero, e espero. É esperança mesmo. Aí, às vezes, vem as lágrimas e um dorzinha no peito... é a despedida de mais um sonho, ou apenas coisas mais simples, não importa, pra mim tem a mesma relevância. Tudo é importante.

Depois que me recupero, minha cabeça reformula estratégias e meus olhos voltam a brilhar de expectativa, e antes de dormir me perco nos planos que faço, surge um sorriso no escuro, e assim vou construindo mais um sonho.
Faz parte do meu universo sonhar, e até meu último suspiro, ou quando as fichas acabarem, eu estarei lá, firme, forte, com olhos brilhando fazendo minha próxima aposta.
quarta-feira, 16 de março de 2011

Laranjas

Achei: 
Eu queria saber matemática.

Ahh como eu queria.
Mas não aquela matemática boba, do tipo “Fulaninho tem sete maçãs e come duas, com quantas ele fica?”... não! Essa e para os fracos...

Falo da outra. Aquela que envolve logaritmo, que aliás faz-me perguntar “Pra que raios eu vou utilizar, um log na minha humilde vida?!”, isso vale para o MMC, MDC, e etc... Meu ramo é outro, são as palavras, mas como a vida e o sistema podem ser tão cruéis ao inventarem e nos obrigarem a estudar onze, eu disse ONZE anos de nossas vidas (isso para os normais que depois escolhem um rumo livre de cálculos e números complexos) estudando, batendo cabeça com determinantes, produtos notáveis e trigonometria, que sai da boca parecendo um vômito numérico. Pra mim seria mais fácil se a hipotenusa fosse uma tia solteirona da Medusa. Pois eu pago pra quem consegue resolver equações do 2º grau extensas, quase intermináveis, bato palmas e, se for um gatinho de repente, dou até um beijo.

Graças a bondade divina eu me enrosquei nas palavras, porque pra mim elas tem mais utilidades do que saber “Se Fulaninho tem sete maçãs e come duas, com quantas ele fica?”
Ora...
Ummm...
Se bem que essa eu só sei com laranjas.