quarta-feira, 16 de junho de 2010

E se...?

Achei: 
Ao usar o “E se...?” abrimos um mundo de possibilidades. Acontecimentos que, por um motivo e não outro, se houvessem ocorrido de outro jeito, senão daquele que ocorreu, poderiam e, na verdade, certamente teriam outro desfecho.

Ummm... é verdade, não é? Pense comigo: E se a Alemanha, de Hitler, tivesse ganhado a 2ª Guerra Mundial o que mais de desgraças teriam sido acometidas à humanidade? E se o Brasil for Hexa? O Dunga vai calar a boca de um monte por aí...

Se eu, agora, usasse uma farda e estivesse salvando vidas e apagando incêndios, certamente não teria conhecido as pessoas que conheci, não teria me envolvido com as pessoas que me envolvi, e não teria, por isso, me arrependido tanto, como agora me arrependi.

Viu só?! Um pequeno acontecimento muda toda a história da sua vida. Isso me lembra algo sobre o voo da borboleta...

Perguntas:

E se eu tivesse corrido, saltado, nadado mais? Agora seria soldado.

E se eu tivesse estudado um pouco mais? Agora seria oficiala.

E se eu estivesse sóbria naquela maldita festa? Agora não teria decepções.

E se eu tivesse dito não? E se eu não tivesse compaixão?

E se eu tivesse mais coragem? Ahh... estaria longe.

É. Não dá pra mudar o que aconteceu. Não senhor! Mas é interessante imaginar quais as possibilidades que teríamos se o “E se...?” fosse diferente.

Em alta

Achei: 


Dias atrás, estava eu sentada em um no banco de um ônibus, ouvindo música e me abanando com uma apostila velha. Quando de repente, me veio uma onda de inspiração, pois, acreditem, são nesses angustiantes momentos que escrevo, em minha opinião, minhas melhores produções.

Na verdade a inspiração não só veio pelo sufoco, mas pelo exato momento em que passei por um local... diga-se de passagem, adoro observar este estabelecimento. E pra ver como nossos pensamentos são rápidos, o estabelecimento ligou-se ao sonho, que me fez pensar em suas maravilhas, que me fez visualizar meu futuro e, por fim, me trouxe na mente ele... coisa de louco, e isso não levou mais do que 10 segundos. Ai me fez pensar... “O que falta?” (detalhe: eu fico tão intrigada com meus pensamentos, que vocês deviam ver as caras e bocas que faço no ônibus), tenho vontade de tomar alguma atitude, de me mexer fazer acontecer. Mas nada. Vai-se embora toda e qualquer iniciativa. É tão mais complicado do que parece ser... ou não é...?

Na verdade não sei. Mas então eu penso novamente “Olha, até o momento eu tenho colecionado boas vitórias nesse sentido. Sempre me surpreendi vendo que eu não apostava fichas em mim, e acabava por acertar em cheio.” Tudo é possível... e usando o título de um livro do papai “Você pode se acha que pode.” Ué, eu acho que posso, logo, eu posso! E é verdade, sim senhor!

Vou me perguntar novamente: “O que falta, Linda?”

Não sei!!! Mês passado tava mais otimista. Estava até arquitetando planos ‘maquiavélicos’, mas foi tudo por água abaixo por uma frase lida num lugar aí... “I'm yours, I belong to you!!!!.” Parece frase de camiseta de catálogo. Eu hein!! Mas tudo bem... pobre os corações apaixonados. Deixa estar.

Visto isso, eu baixei a guarda. Não sei faço algo ou espero a ação de forças maiores (que chamo de destino). Porém mesmo passados alguns bons meses, eu sei, e sinto, que o momento que tanto espero vai chegar.

O porquê das coisas

Achei: 

É o tudo que se foi... é o nada que restou.

Hoje me fiz a seguinte pergunta: como é possível, ainda, existir um resquício de amor? Como posso odiar e desprezar tanto e, ainda sim, amar. É amor ainda? É isso que não sei, e que me confunde. É contraditório, e pra mim não faz sentido.

Eu tento desenvolver a situação e descobrir a tamanha desgraça que é essa possibilidade. Pois bem, vocês me perguntam: Foi bom? E lhes digo... durante a convivência, foi, até certo ponto. Passado disso, foi uma reunião de tragédias sem precedentes na minha vida. E não estou sendo dramática ou usando de hipérboles. Foi... foi sim!

Não gosto, não suporto, ficar relembrando do passado, nem remoer picuinhas, mas ela são, infelizmente, inevitáveis. Seja com uma música na rádio, seja com um time que joga. Mas tudo isso tem um lado positivo. Sempre falo do aprendizado, mas ele não é o único. É porque os outros prefiro guardar só pra mim. É triste, dá raiva também, rever até onde minha ingenuidade, posso dizer assim, foi... luas e constelações me foram prometidas, com lágrimas que caíam. Lágrimas de medo da perda. De amor. Pensava eu...

Vou lhes dar uma dica: Já está na hora, passou do tempo, de acreditar que Papai Noel existe, que há políticos honestos e que promessas de namorados são verdadeiras.


Mais uma vez: É triste, eu sei. Porém, mais triste será o dia em que tudo for dissipado por outras prioridades e você se encontrar inconsolável, chorando pelos cantos e entoando cânticos de suicídio passional.